De A a B

De C a D

De E a F

De G a H

De I a J

De L a M

De N a O

De P a Q

De R a S

De T a U

De V a Z

Busque sua cidade

você buscou por: salto
Mostrando de 1 a 10 de 14 resultados encontrados


Histórico(Ibirarema)

Segundo o Histórico Municipal, o Município de Ibirarema, teve início numa pequena povoação denominada Pau D’Alho, que se estendia ao longo da margem direita de um pequeno rio com esse nome, ao meio de exuberantes e fertilíssimas terras onde havia abundância de pau d’alho.

Em 1913, houve as primeiras explorações para a passagem da futura Estrada de Ferro Sorocabana, que acompanhando o Rio Paranapanema rumo ao estado de Mato Grosso do Sul, passaram pelas terras que circundavam a pequena povoação de Pau D’Alho. Com isso, os moradores João Corrêa e Nadário Marana transferiram-se junto à picada da futura ferrovia, abandonando o povoado e formando outro com o nome de Ibirarema.

Em 12 de outubro de 1914, foi inaugurada a Estrada de Ferro Sorocabana e Ibirarema começou a progredir extraordinariamente, até que em 1922, pela Lei n.º 1889, de 11 de dezembro de 1922, foi elevado a Distrito de Pau D’Alho e instalado no dia 03 de maio de 1923, no Município e Comarca de Salto Grande.

Na divisão administrativa referente ao ano de 1933 e nas territoriais datadas de 31 de dezembro de 1936 e 31 de dezembro de 1937, Pau D’Alho figura como Distrito do Município de Salto Grande, assim permanecendo no quadro anexo ao Decreto-lei n.º 9.037, de 30 de novembro de 1938, para vigorar no qüinqüênio de 1936 a 1940, observando-se, porém que, em 1936 e 1937 ele consta apenas como Distrito Judiciário do mencionado Município.

Foi elevado a Município com o nome de Ibirarema pelo Decreto-lei n.º 14.334, de 30 de novembro de 1944 que fixou o quadro da divisão territorial, administrativo-judiciária do Estado de São Paulo, instalado a 1.º de janeiro de 1945, vigente de 1945 a 1948 e incorporado ao termo e Comarca de Palmital. Como Município, ficou constituído dos Distritos de Paz de Ibirarema e Nuretama (atual Campos Novos Paulista).

Pelo Decreto n.º 1, de 02 de janeiro de 1945, as leis do Município de Salto Grande, eram aplicadas em Ibirarema, a título precário, até que sua própria legislação fosse organizada.

Em 1948, Nuretama foi desanexado pela Lei n.º 233, de 24 de dezembro e conta atualmente de um único Distrito de Paz, o da sede do Município.

História(Itu)

Nos primeiros tempos, Itu (do indígena Itu-Guaçu ou Utu-Guaçu - que quer dizer cachoeira grande, e foi denominada em homenagem à cachoeira Salto de Itu) foi ponto de apoio e ligação para as expedições, por haver diversos caminhos terrestres e fluviais.

A cidade, bem como a região, começou a ser povoada no final do século XVI. Os colonos portugueses, como Domingos Fernandes e seus familiares, chegaram em Itu em 1604, quando construíram uma capela dedicada a Nossa Senhora da Candelária.

A capela, que deu início ao povoado, foi inaugurada no dia 2 de fevereiro de 1610. Somente em 1657 chegou à vila, passando a ter poder administrativo local. Itu participou do movimento bandeirista, abrigou o movimento de organização das Monções (Porto Feliz foi ponto de partida das Monções, expedições de bandeirantes que, navegando pelo rio Tietê, expandiram as fronteiras brasileiras, sempre em busca das minas de ouro de Cuiabá, no Mato Grosso) e foi berço da Convenção Republicana, cultivando o título de Berço da República.

Hoje, seu centro histórico acolhe exemplares arquitetônicos que documentam os diferentes momentos de sua formação, vindo a ser patrimônio cultural de grande importância para o Brasil.

O marco de Fundação da cidade foi a construção, em 1610, de uma capela dedicada a Nossa Senhora da Candelária, no lugar em que hoje fica a Igreja do Bom Jesus. A capela foi construída por Domingos Fernandes e Cristóvão Diniz, que era seu genro. Cabe ainda anotar, que essa capela foi construída nos campos de Pirapitingui, chamado pelos índios de Itu-Guaçu ou Utu-Guaçu.

O povoado se formou ao lado dessa capela que, de 1653 a 1657, foi Igreja Matriz; nesse ano (1657), Itu deixou de ser Freguesia de Santana do Parnaíba, passando à condição de vila, e iniciou-se a construção de um novo templo.

Durante quase 100 anos (de 1657 a 1750) a vila de Itu não passou de um pequeno núcleo. Uma boa parte das casas, as localizadas no pátio, pertenciam a fazendeiros. Com o aumento da escravatura e a produção das fazendas, seus donos ajudaram a erguer dois conventos e algumas igrejas na vila: os conventos de São Francisco e do Carmo, e as igrejas de São Luiz Bispo de Tolosa, do Bom Jesus, Nossa Senhora da Candelária, do Carmo e a de Santa Rita. Em 1760, foi criada mais uma rua, chamada Palma (hoje atual rua dos Andradas).

Vale lembrar que a primeira rua de Itu, chamada Direita (conhecida por Paula Souza), foi durante muito tempo a única da cidade. Nessa época, Itu se firmou como entreposto de Comércio na rota entre o sul do país e as regiões mineradoras de Mato Grosso e Goiás. Alguns anos depois, com o crescimento das lavouras do açúcar e do algodão, a vila cresceu, tendo ainda as mesmas ruas de antes.

Quem dava vida à localidade eram os artesãos (sapateiros, ferreiros, latoeiros, carpinteiros, tecelãos, costureiras e fiandeiras). Os comerciantes interessados na venda de tecidos, colchas e cobertores, cultivavam o algodão, e a produção dos tecidos era caseira.

Com a exportação do açúcar para a Europa, Itu começava a crescer. O número de engenhos de cana e de escravos, agora vindos da África e não do sertão, multiplicavam-se. De 1785 a 1792, foram abertas mais ruas. Nessas ruas e seus prolongamentos pelo lado da Igreja do Patrocínio é que se formou, até 1865, a cidade que hoje constitui o Centro Histórico.

A fase de maior crescimento da cidade foi entre 1836 e 1854. Nessa época, Itu era a vila mais rica de toda a Província, tendo (desde o início do século) importante participação na vida política e econômica. Em 1842, a vila foi elevada à condição de cidade. Em 1860, ocorreu uma grande crise no mercado internacional do açúcar.

 O plantio da cana entra em decadência, causando, com o tempo, um conflito entre os políticos e os fazendeiros ituanos contra o governo Imperial. A partir daí, cresceu em Itu o movimento republicano, que resultou, em 1873, na realização da Primeira Convenção Republicana do país. Nessa época, o açúcar começou a ser substituído pelo café.

Com o aumento da produção cafeeira, os fazendeiros ituanos buscam na Europa imigrantes para s

+ Informações(Itupeva)

Significado: os documentos oficiais registram o significado do nome Itupeva como "Água por baixo de pedras" ou "Salto pequeno" ou ainda "Cascata pequena", tradução do dialeto Tupi-Guarani.

Padroeiro: São Sebastião

Emancipação: 21 de março de 1965

População: 46.295 habitantes

Eleitores: 33.587

Orçamento do município 2009: 65,8 milhões

Área do município: 201km2

Densidade Demográfica: 204 habitantes por km2

Temperatura Média: 21ºC

Índice Pluviométrico: 56mm (outono e inverno)

Municípios Limítrofes: Campinas, Valinhos, Vinhedo, Louveira, Jundiaí, Cabreúva, Itu e Indaiatuba

 





História(Jumirim)

Jumirim teve seu marco inicial no ano de 1886 com a chegada da linha férrea da Sorocabana e construção da estação nas terras da Fazenda Barreiro, de propriedade do Senhor Manoel Novaes.


A princípio, a linha deveria passar nas terras da Fazenda Jurumirim, nome que lhe foi dado em virtude da pequena cachoeira ali existente. Mas uma pequena alteração do projeto do traçado da ferrovia mudou o local da estação para onde hoje está instalada a Rua Manoel Novaes.
Embora a Vila tenha sido iniciada na Fazenda Barreiro, conservou o nome Jurumirim, que é palavra de origem Tupi-Guarani que significa salto pequeno ou cachoeira pequena.


O nome Jurumirim foi mudado para Jumirim para evitar confusão com o município de Juru-Mirim, já existente. O município foi fundado por Manoel Novaes, conhecido na época como Manecão, português de nascimento que fez doação da faixa de terra, em favor da estrada, onde deveria ficar a estação ferroviária. Em homenagem ao seu fundador, a rua principal da cidade leva seu nome.


A ferrovia trouxe inúmeras famílias de imigrantes, vindas, principalmente, da Itália, que aqui permaneceram e, com muito trabalho, promoveram o crescimento da Vila de Jumirim. Até o ano de 1927, não havia água encanada nas residências da Vila. Esse serviço foi explorado, inicialmente, por uma sociedade civil, cujos sócios eram o Sr. Lourenço Giriboni e a Família Goldoni.


Em 1º de Janeiro de 1945, numa sessão solene realizada no Cartório de Paz, que contou com a presença do então Prefeito do município de Tietê, Sr. Plínio Rodrigues de Moraes e do M.M. Juiz de Direito da Comarca o Sr. Djalma Pinheiro Franco, a Vila de Jumirim, foi elevada a distrito.


Usando a palavra o M.M. Juiz congratulou-se com o povo ordeiro e laborioso de Jumirim pela conquista. A festa foi abrilhantada pela excelente banda “Bom Jesus”.
O povo de Jumirim, porém, guardava no coração a esperança de que o distrito pudesse, num futuro próximo, conquistar a autonomia política administrativa.
Após a Constituição de 1988, que delegou aos Estados a competência para autorizar a criação de municípios, o Estado de São Paulo, em 31 de julho de 1990, através da Lei Complementar nº 651, criou normas para que os então distritos pudessem conseguir autonomia.


Em 25 de julho de 1991, um grupo de pessoas, reuniu-se no Clube Recreativo de Jumirim, com o objetivo de formar a comissão que trabalharia para a emancipação.
Após muito esforço, essa comissão conseguiu a primeira vitória. A Assembleia Legislativa aprovou em sessão extraordinária realizada no dia 29 de julho de 1994, a solicitação ao TRE para que realizasse um plebiscito referente à emancipação de Jumirim.


Em 21 de maio de 1995, o plebiscito feito através do voto eletrônico – 1ª experiência da nova forma de votar no Estado – marcou a vitória do sonho do povo de Jumirim.
Apesar da vitória, a luta ainda continua e, no dia 7 de dezembro de 1995, a Assembleia, em sessão extraordinária, aprovou o Projeto de Lei nº 813, favorável à criação do município.


No dia 27 de dezembro de 1995, o Governador Mário Covas sancionou a Lei nº 9330, criando o município de Jumirim.
Distrito de Tietê até 1995, Jumirim conseguiu sua tão sonhada emancipação e em janeiro de 1997, o Sr. Benedito Tadeu Fávero tomou posse como 1º prefeito eleito pelo voto do povo.

 

Geografia(Piedade)

População :52.214 habitantes ( IBGE - Resultado de 29/11/2010 - Censo )

Área: Total de 729 km2, sendo 40.17 km2 no perímetro urbano e 688.83 km2 no perímetro rural

Posição da sede: latitude 23°43' Sul e latitude 47°25' Oeste

Altitude Média: 900 metros

Dados Geofísicos de Piedade

Localizada no reverso da Serra do Paranapiacaba, Piedade está assentada no Planalto Cristalino Atlântico, unidade Geomorfológica que constitui um vigoroso relevo montanhoso, cujas afeições fundamentais demonstram a influência da estrutura. Uma faixa constituída por pequenos maciços e cristas descontinuas, está esculpida em estrutura pré-camprianas. As rochas formam grandes lentes de calcares, que vão enriquecer os solos pobres dessa área. Os granitos intrometem-se na formação de xistos e dão novos aspectos à topografia local.

Solo: Predominam os podzolizados, em seguida o latossol vermelho - amarelo e, em menor escala os solos de transição. No conjunto pode-se afirmar que Piedade é parte do domínio morfoclimáticos "marese morros", área cristalina e critalofiliana do Brasil de sudeste, que se caracteriza pela profunda decomposição das rochas.

Ponto mais alto: Com 1.227 metros de altitude em relação ao nível do mar está o topo do morro no espigão da Serra da Queimada, que integra a Serra de Paranapiacaba, no bairro do Lageado na cabeceira do Rio Piraporinha.

Ponto mais baixo: Com 510 metros está localizado no estremo sul de Ibiúna e Tapiraí, na barra do Rio Juquiazinho com o Rio do Peixe.

Dados Climáticos: : devido à localidade geográfica do município, ocorrem muitas variações climáticas. A cidade está situada num vale formado pela Serra de São Francisco e Serra do Piraporinha, que influenciam como obstáculos naturais nas particularidades climáticas. De um modo geral, ocorrem variações bruscas de temperatura como no índice de incidência de chuvas de ano para ano.

Municípios Limítrofes: Votorantim, Salto de Pirapora, Pilar do Sul, Tapiraí e Ibiúna.

Umidade do ar: Oscila em média de 60% a 90%, sendo nas áreas limítrofes com Votorantim (Serra de São Francisco) a menor umidade, e mais úmido na região das Serras (Bateia e Paranapiacaba). Durante o outono/inverno, ocorre umidade mínima, atingindo 41% nas horas mais quentes do dia, aumentando para 79% durante à noite.

Principais Rios: Pirapora (passa pelo centro de Piedade, Salto de Pirapora e deságua no Rio Sorocaba), Sarapuí, Turvo e Peixe.

Represas: Represa de Itupararanga, Cachoeira da Fumaça, Vila Élvio e São José.

 

Festival da Primavera (18/09/2010)(Piedade)

A abertura do Festival da Primavera de Piedade ocorrerá às 15h do próximo dia 18. As bandas de rock do município e região serão as primeiras a se apresentarem no evento, na Praça da Bandeira, onde ocorrerá a II Edição do Rock’n Rio Pirapora. Se apresentarão as seguintes bandas: Dragon Ring (Heavy Metal), Pedra 1 (Rock´n Roll), Makinária (Rock´n Roll), Aces High (Tributo à Banda Iron Maiden) e Sinal Vital (Tributo à Banda Creedence). Às 20h30, a Banda Santarém (Hard/Prog.) realizará a última apresentação.

Já no dia 19, na Praça Coronel João Rosa, as apresentações ficarão por conta da Banda Sinfônica “Lira São João”, do Conservatório “Davino Tardelli da Silva”; Banda Harmonia de Sião, da Assembléia de Deus; e BANMASP, Banda Marcial de Salto de Pirapora. O evento ocorrerá das 16h às 19h.

Na programação do Festival, que vai até o dia 26, o público poderá curtir música, dança e atrações culturais como cinema, artesanato, esporte, lazer, teatro, poesia, passeio turístico, recital, plantio de árvores, exposição de artes e muito mais.

O músico “Chiquinho”, integrante do sexteto do Programa do Jô, da Rede Globo, já confirmou presença e será uma das principais atrações do evento. As apresentações ocorrerão em diversos pontos da cidade.

O evento é promovido pela Prefeitura, por meio dos Departamentos de Cultura e de Turismo.

+ Informações(Pilar do Sul)

Fundação: 1877
Emancipação: 05 de novembro de 1936
Clima: Sub-tropical
Limites do Municípios: Norte: Sarapuí; Sul: Tapiraí; Noroeste: Itapetininga; Leste: Salto de Pirapora; Oeste: São Miguel Arcanjo.

Carnaval (24/02/2009)(Salto)

Festividades de Carnaval com escolha do Rei e Rainha do Carnaval, Concurso de Fantasias “Cidade de Salto”, Desfile de rua e Baile Popular na Barra com Bonecões.

Paixão de Cristo (10/04/2009)(Salto)

Paixão de Cristo – período da Páscoa – O maior espetáculo do Estado de São Paulo no gênero, em ambiente aberto
Romaria de Salto à Pirapora

Dia da Padroeira (08/09/2009)(Salto)

Dia da Padroeira de Salto – Nossa Senhora do Monte Serrat
Mostra Estudantil de Teatro com apresentação de espetáculos pelo alunos de diversas escolas saltenses
Salto Fashion